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sábado, 30 de abril de 2022

8 doenças que você pode pegar com um simples beijo na boca


A boca é um ecossistema de alta complexidade. Os pesquisadores da Organização Holandesa para Pesquisa Científica Aplicada monitoraram beijos de 21 casais e descobriram que os casais que se beijavam nove vezes por dia tinham grandes probabilidades de compartilhar bactérias.
Outras pesquisas sugerem que podem existir mais de 700 tipos diferentes de bactérias na nossa boca e que podem ser facilmente compartilhadas. Uma coisa é certa, beijo na boca é tão bom e ninguém irá parar de beijar outras pessoas por esses fatos. Mas vocês sabiam que existem várias doenças que podem ser transmitidas por um beijo na boca? Pensando nisso nós criamos essa matéria, com o objetivo de alerta vocês desses perigos. Então, caros leitores da Fatos, confiram agora a nossa lista de 8 doenças que você pode pegar com um simples beijo na boca:

1 – Herpes Labial


A herpes labial é uma doença viral causada pelo herpes simples. A doença não apresenta cura e pode ser facilmente transmitida pelo beijo, mas ela não causa graves danos. O único problema é que as pessoas imunocomprometidas, as consequências pode ser um pouco mais severas.

2 – Carie


Carie é muito comum entre as pessoas e existem múltiplas causas que desencadeiam a desmineralização da estrutura dos dentes. Muitas bactérias são associadas ao problema e podem ser transmitidas por um simples beijo na sua pessoa amada (que tem cárie).

3 – Mononucleose


A também conhecida doença do beijo é causada por um vírus denominado de Epstein-Barr, que é principalmente transmitida pelo contato da boca. O quadro clínico dessa doença é marcado por febre alta, faringite e linfadenomegalia, podendo ocorrer ainda dores abdominais, esplenomegalia, hepatomegalia, vômitos e tosse. Em alguns casos mais graves, a doença pode levar até a morte.

4 – Meningite


A meningite é caracterizada pela inflamação das meningites, membranas que envolvem o sistema nervoso. Essa doença pode ter causas variadas, como lesões, medicamentos, cânceres e infecções por bactérias, vírus e fungos. Como na hora de beijar uma pessoa ocorre a troca de saliva, essa pode ser uma maneira de desencadear a doença.

5 – Sífilis


A sífilis é uma doença infecciosa desencadeada por uma bactéria denominada de Treponema pallidum. Essa é uma doença relativamente grave que se não for devidamente tratada pode evoluir para o comprometimento de órgãos importantes como coração e fígado. Apesar de ser transmitida por via sexual, ela pode também ser também transmitida pelo beijo na boca caso exista cancro na boca ou se a pessoa estiver com sífilis secundária.

6 – Gengivite


A inflamação da gengiva causada por bactérias pode se agravar e atingir o osso alveolar, o qual envolve e mantém firmes os dentes. O número de casos de gengivite tem aumentado e isso pode ser por consequência da ausência de cuidados com a higiene bucal e o beijo na boca.

7 – Hepatite A


Causada pelo vírus VHA, a doença tem sintomas como febre, dores musculares, cansaço, mal-estar, inapetência, náuseas, urina escura e vômito. Além de poder ser transmitida por meio de alimentos ou água contaminada, ela também pode ser transmitida pelo beijo.

8 – Gripes e resfriados


A gripe ocorre quando o organismo é infectado pelo vírus influenza, enquanto o resfriado pode ser causado por vários tipos de vírus, como o rinovírus ou coronavírus. Os sintomas vocês já sabem, e além de poder pegar pelo ar, pelo beijo é ainda mais fácil.
E aí caros leitores, já pegaram alguma dessas doenças e acham que provavelmente pegou de alguém? Comentem!

FONTE  Terra     Brasil Escola


terça-feira, 22 de julho de 2014

Mitos Sobre o Pênis

Desde adolescente a gente escuta algumas coisas que nos fazem rir – ou pensar – em relação
ao pênis. Diziam, quando eu estava na escola, que era só você ver o tamanho do pé/mão/nariz/antebraço de um garoto para saber o tamanho do seu pênis. Na semana seguinte alguém descobria que era outra parte do corpo que era equivalente, e assim seguia para sempre.
O mais engraçado é que nessa fase, os meninos estão passando por mudanças tão intensas que seu corpo mais é desproporcional e eles crescem em uma velocidade assustadora. É como se o pênis do garoto passasse pelas mesmas coisas.
Quando você cresce, os mitos continuam e muitos adultos continuam acreditando e disseminando esse tipo de mito. Negros são bem dotados, orientais não. Homens peludos têm pênis imensos, carecas não. Caras altos têm pênis pequenos, caras altos têm pênis grandes. Caras têm pênis. Pensando de maneira simplista, dava para gente basear tudo nessa última conclusão, mas a verdade é que nem todos os caras têm pênis – mas esse é um assunto para outra hora.
E lembrando de todos esses mitos e da obsessão pelo tamanho do membro alheio, desvendar alguns mitos se tornou uma brincadeira divertida. Antes de tudo é bom lembrar – mesmo que muitos homens ainda não acreditem – que tamanho não é documento. Se o canal vaginal tem entre 8 e 10 cm, porque é que uma mulheres deveria querer um pênis de 20 cm, que nem caberia inteiro e causaria desconforto e dor?
Nessas horas é bom lembrar de quando nasce uma espinha no seu rosto. Sem olhar, você coloca a mão e parece que ela é enorme, gigante e que poderá ser vista da lua. Assim que você olha no espelho, percebe que ninguém vai notar, já que ela é minúscula. Essa falsa sensação em relação ao tamanho das coisas também acontece no sexo. Se você não pegar uma fita métrica, não vai saber ao certo o tamanho do pênis.
1. Dá pra saber o tamanho do pênis apenas olhando o tamanho do pé do homem?
Esse é o meu mito preferido. Ele é tão forte e disseminado que cientistas já dedicaram seu precioso tempo para tentar desvendá-lo. E não conseguiram, nenhuma das pesquisas foi conclusiva.
A verdade é que não há evidência científica que relacione o tamanho das mãos, dedos, punho, antebraço, pés, nariz, queixo, pomo-de-adão ou qualquer outra parte do corpo com o tamanho do membro.
2. É verdade o que dizem sobre negros e orientais?
Na crença popular, negros têm pênis imensos enquanto orientais sofrem com um problema crônico relacionado a isso. E é claro que não é verdade. A média diz que negros têm entre 1 e 2 cm a mais que brancos e orientais têm de 1 a 2 cm a menos do que os dos brancos. Essa média é feita da seguinte maneira: acontece uma pesquisa em um país com um grande número de homens, é criado um tamanho médio para o país no melhor estilo soma tudo e divide pelo número de pessoas que você usa para pagar a conta do bar e então esse número é comparado com outros lugares do mundo.
Nada assustador ou que diga que TODOS os homens são assim ou assado. Além disso, quando se fala de orientais e negros não estamos falando de mestiços, ok? Se tiver um tiquinho de sangue de outra etnia já colocou essa teoria por terra. E no Brasil o que mais existe é mistura, então...
3. Homens peludos têm pênis maiores?
A lógica simplista também é a guia dessa teoria. Homens têm mais pelos do que mulheres, portanto pelos são resultado da testosterona e, por isso, homens peludos têm pênis grandes. Desculpe, mas as coisas não funcionam assim.
A quantidade de pelos que uma pessoa tem é ligada a fatores genéticos e não a hormônios – muitas mulheres têm bastante pelo, sabia? - e a produção de testosterona feita pelos testículos não tem ligação nenhuma com o crescimento peniano.
4. A história do L – caras altos têm pênis pequenos e caras baixos têm pênis grandes – é verdadeira?
Nem a história do L, do L invertido ou de que caras grandes têm pênis grandes são comprovadas. É claro que é uma tendência que o pênis acompanhe o crescimento do resto do corpo, mas não é uma garantia. Nosso corpo tenta, em seu desenvolvimento, ser o mais proporcional possível, mas nem sempre isso é feito com exatidão.
5. O tamanho do pênis passa de pai para filho?
Sim, o tamanho provavelmente passa de pai para filho, é o dizem alguns médicos, apesar de não haver pesquisas que façam um comparativo a fundo. E da mesma maneira que o tamanho segue uma linha hereditária, a neurose sobre o pênis ser grande ou pequeno também segue. Quando o pai acredita que tem um pênis minúsculo – mesmo estando dentro da média -, o filho, que é educado naquela cultura, também acredita nisso.
Mais importante do que passar um certo tamanho de pênis ao filho, os pais deveriam querer passar segurança. Como dissemos lá em cima, tamanho não é documento, mas insegurança torna até o cara mais bem dotado do mundo desfuncional e desinteressante.


Tamanho do pênis, vício em musculação e competição com os amigos




Uma nova pesquisa chegou para comprovar o que muita gente já sabia: homens competem entre si. Da mesma maneira que dizem que a mulher se arruma para outra mulher, homens querem ter o pênis maior, não para garantir a satisfação sexual de sua parceira, mas para fazer bonito no vestiário. Vai dizer que não faz sentido?
E isso não é algo engraçado. É triste, na verdade. É tão triste quanto ver mulheres que não conseguem se amar porque não fazem parte do grupo que se encaixa perfeitamente no padrão de beleza vigente. A maioria dos participantes do estudo sentia-se inseguro em relação ao peso, forma física e tamanho do pênis.
Quando alguém se sente assim, procura maneiras de mudar o foco das coisas. Nós, mulheres, sabemos muito bem isso, já que em todas as revistas femininas lemos como disfarçar isso ou aquilo. A artimanha masculina é um pouco diferente e talvez mais perigosa: vigorexia. Isso mesmo, os homens ficam viciados em academia.
A pesquisa, liderada por Annabel Chan Feng Yi, da universidade de psicologia de Victoria, aponta que muitos desses homens ficam obcecados pelo corpo e por musculação. É uma maneira de tirar o foco, já que o tamanho do bíceps – ou seja lá qual o músculo escolhido – vai chamar mais atenção do que o tamanho do pênis.
A médica, que entrevistou 738 homens entre 18 e 76 anos sobre imagem corporal, explica que a maioria dos homens se sente seguro na cama, mas se preocupa com os olhares do amigos.
De nossa parte, podemos dizer que não nos importamos com tamanho, já que nossas terminações nervosas estão na entrada do canal vaginal e apenas um terço das mulheres consegue ter orgasmo com a penetração. Seja bem-vindo a nossa luta contra padrões irreais pré-estabelecidos.

É possível deixar a vagina mais “apertada”?


É possível deixar a vagina mais “apertada”?

Existe uma quase obsessão no sexo: vaginas apertadas. As mulheres sentem-se impelidas, desde o
começo dos tempos, a fazer algo que mantenha a resistência da vagina a entrada do pênis. Falando assim parece absurdo – e é -, mas acontece até hoje.
A ideia de que a mulher é virgem e, por isso, existe essa resistência, ainda circula entre todas as classes sociais, etnias e religiões. E parece ser ignorado que o corpo da mulher se lubrifica para que a vagina não cause resistência, para que não doa e que não machuque. Muitas pessoas parecem buscar o contrário.

Há muitos anos, muitos mesmo, mulheres já tentavam ficar “mais apertadas” porque isso era valorizar a experiência. Para isso elas usavam pó de pedra hume ou a própria pedra na vagina. A vagina ficava ressecada, tão ressecada que algumas vezes apresentava queimaduras. E a mulher fazia sexo ainda assim. Ela sentia prazer? Não, apenas dor. Isso acontece até hoje.
Ainda hoje há mulheres que usam a pedra hume e seus efeitos que normalmente são indesejados (quando não foram buscados). Ter a vagina seca é uma reclamação constante das mulheres que não conseguem ter prazer no sexo. Não chega a ser engraçada essa inversão?
Para piorar, essa “técnica” duvidosa muda o PH, deixa a mulher machucada e abre uma porta para infecções. “Já atendi mulheres que tinham corrimento, escaras e feridas. Depois de muito tempo de tratamento elas acabavam contando: ‘costumo usar pedra hume porque meu marido diz que eu fico mais apertada’”, conta a ginecologista Albertina Duarte.
Hoje existem produtos, a venda em sexshops, que prometem o mesmo efeito, mas sem a parte negativa. Essa ideia vai além de dar mais prazer ao outro, é abrir mão do seu próprio e sentir do no lugar de ter um bom momento.
Técnicas como o pompoarismo estão cada vez mais difundidas, com tutoriais na internet e maneiras de exercitar a musculatura vaginal e aumentar seu controle sobre ela. Aí sim pensando no seu próprio prazer e não abrindo mão dele. “Buscar o prazer é superimportante, mas é preciso que a mulher não se violente para esse tipo de situação”, finaliza a médica.
Essa é uma pergunta que tira o sono de mulheres e homens. Uma dúvida que, por mais que tenha sido respondida na aula de biologia da escola, ainda martela na cabeça das pessoas e as deixa preocupadas.

A vagina pode ficar mais larga? É Possivel deixar a vagina mais apertada?
Será que quando uma mulher faz muito sexo ela fica com a vagina frouxa? Depois de ter um bebê, então, o que acontece com esse órgão sexual? A elasticidade dela não acaba nunca – como um elástico de verdade? Vamos acabar com essas indagações!
O uso não interfere em nada. A lenda que existe é que, quando a mulher tem muitos parceiros, ela fica com a musculatura da vagina frouxa, larga. Mentira. Não existe mulher que ficou “larga” por fazer sexo demais, além disso, o número de parceiros não interferiria em nada, mas sim o número de relações, não? Mas a vagina é um músculo e ela volta sempre ao seu tamanho normal.
Mesmo quando a mulher passa por um parto normal, não há problemas. A vagina, com a ajuda de diversos hormônios, fica relaxada ao ponto de permitir a passagem do bebê, mas volta ao tamanho normal após as contrações e o trabalho de parto.
Existem más práticas profissionais, durante o parto, que podem acarretar em problemas na musculatura vaginal. A episiotomia, um corte feito no períneo para facilitar a passagem do bebê. O procedimento é feito sem necessidade em muitos casos e muitas vezes é realizado de maneira errada, que prejudica a musculatura. Mas esse já é um problema cirúrgico e não físico.
Conforme a mulher envelhece, a vagina também envelhece – o que não quer dizer ficar larga ou mole. Ela fica um pouco mais flácida, por causa da perda de fibra, mas isso pode ser resolvido com exercícios antes e durante o sexo.
Os exercícios podem ser feitos por mulheres de qualquer idade e em qualquer lugar ou momento. Deixar a musculatura da vagina e o assoalho pélvico fortalecidos pode dar mais prazer a você, como no caso do pompoarismo. A ginástica vaginal é a seguinte: contraia os músculos da vagina durante 2 segundos e relaxe. Repita durante 10 minutos.
A verdade é que o que dá a sensação de aperto ou frouxidão é a lubrificação. Quando a mulher está muito molhada, o atrito é menor, então ela parece mais larga, já que é mais fácil receber o pênis; se estiver seca, quase todos os tamanhos de pênis terão dificuldade para entrar, parecendo que ela é mais justa.

Fonte: Yahoo

O que é pomparismo? Quais as principais vantagens do pompoarismo?

Estive na 18ª edição da Erótika Fair na semana passada e bati um papo com uma das
instrutoras de pompoarismo mais famosas do Brasil, a Lu Riva. Tentei entender um pouquinho melhor essa arte milenar de controlar a região pélvica e agora vou compartilhar com vocês ;)
O que é pomparismo?
"É uma ginástica vaginal, nada mais do que isso. Ao aprender a arte de pompoar, você fortifica a musculatura da vagina e aprende a controlar seu movimentos".
Quais as principais vantagens do pompoarismo para a mulher?
" Como qualquer exercício físico, o pomparismo fortifica e melhora a saúde da região exercitada. Além disso, ao aprender a pompoar, controlando seus movimentos pélvicos, a mulher sensibiliza a vagina de dentro para fora e consegue alcançar orgasmos vaginais de forma cada vez mais fácil". (busque saber a diferença entre orgasmos vaginais e clitorianos). "Muitas das minhas alunas procuram as aulas porque nunca conseguiram chegar ao orgasmo na vida. Pois eu dou aula há sete anos e, até hoje, nunca nenhuma aluna minha (que realmente entendeu e praticou o pompoarismo) deixou de conseguir chegar lá".
Quais as vantagens do pomparismo para o parceiro?
"Conforme você vai aprendendo a pompoar, consegue movimentar os três principais anéis do canal da vagina separadamente. Sendo assim, é possível fazer movimentos que provocam no homem um prazer muito intenso. Existe, por exemplo, um movimento no pompoarismo que chamamos de 'estrangular', que é quando impedimos que ele ejacule comprimindo um desses anéis. Há também um movimento chamado 'chupitar', com o qual é possível imitar o sexo oral com a vagina. Meu marido sempre me diz que nossa relação era uma antes do pompoarismo e é outra depois. Provoquei nele algo que eu jamais pensava que era possível".
Em quanto tempo fazendo os exercícios é possível notar diferenças?
"A partir de um mês, praticando pelo menos cinco minutos por dia, já é possível começar a notar diferenças na hora do sexo. Mas para fazer movimentos como o de 'chupitar', é necessário praticar por pelo menos seis meses. Para conseguir sugar o pênis com a vagina, é preciso praticar de oito meses a um ano".


4 Respostas sobre sexo que você sempre quis saber e nunca teve coragem de perguntar

4 respostas sobre sexo que você sempre quis saber e nunca teve coragem de perguntarNa era da informação ainda penamos em busca de algumas respostas. Algumas delas, mesmo quando buscadas na internet, podem confundir ainda mais em vez de acabar com as dúvidas. Isso se dá por crenças populares, preconceitos e falta de informação. Nem todo mundo busca fontes científicas para entender o corpo humano. E sexo é basicamente isso: biologia.
Escolhemos quatro perguntas que aparecem muito por e-mail e geram curiosidade em pessoas de todas as idades. Desvende-as.

Dá para sentir prazer nos seios com silicone?
Dá! A sensibilidade, logo após a cirurgia, diminui, mas ao poucos ela vai voltando. Em algumas mulheres demora um pouco mais, em outras, a sensibilidade nunca volta a ser como antes das próteses, mas ela ainda existe.

É possível um homem chegar ao orgasmo sem ejacular?
Tem um post aqui no Preliminares apenas sobre isso. E as pessoas ficam incrédulas quando leem essa resposta: sim, é possível chegar ao orgasmo sem ejacular. É claro que são casos raros em que o homem treinou para isso, mas esse cara consegue, também, ter orgasmos múltiplos. O orgasmo masculino é uma série de 10 a 12 contrações da musculatura pélvica, que duram menos de um minuto. Essas contrações são reconhecidas como orgasmo pelo cérebro. A liberação do líquido é apenas uma resposta fisiológica a isso, portanto, é possível treinar para que ela não ocorra.

A vagina pode ficar larga?
Depende. A vagina nunca fica larga depois de um parto vaginal em que tudo correu bem ou porque a mulher faz sexo demais. Isso acontece porque ela tem mucosa elástica. O que pode acontece é a mulher ter sido vítima de violência obstétrica e ter passado por um parto mal conduzido, com lacerações e traumas musculares. Mesmo nesse caso, por meio de exercícios, a vagina volta ao seu estado normal.

Há a possibilidade de aumentar o pênis?
Não com as mágicas vendidas na internet. Os aparelhos, remédios e bombinhas não têm comprovação científica, eles apenas incham o pênis e dão a ilusão de que ele cresceu. Já a cirurgia, que só é indicada em casos de micropênis, amputação por acidente ou câncer, pode aumentar o membro. Mas não se anime muito, ela deixa sequelas.